Que soem sem parar as castanholas, que touro e toureiro façam as pazes, que o madrileno, o catalão e o basco compartilhem o mesmo abraço, porque a Espanha, pela primeira vez, está em uma final de Copa do Mundo. A Fúria mostrou sua raiva, “La Roja” apresentou o vermelho de seu sangue, a seleção de Vicente del Bosque jogou demais para vencer a Alemanha por 1 a 0 nesta quarta-feira, em Durban, e garantir presença na grande decisão pela primeira vez. O planeta espera um campeão inédito: Espanha e Holanda, domingo (às 15h30m de Brasília), no Soccer City, decidirão quem passa à turma dos vencedores. Xavi foi escolhido o craque do jogo, mas foi de Puyol, gigante na defesa, o gol da classificação. Foi no segundo tempo, de cabeça, em um lance emblemático para um dos símbolos de uma geração que tenta matar a fome de títulos dos espanhóis.
A Espanha ainda poderia ter chegado ao segundo gol, mas Pedro preferiu enfeitar o lance em vez de fazer o passe a Torres, que acabara de substituir o artilheiro Villa. Mas não fez falta, e o resto é alegria e tristeza. Alegria de uma seleção que alcança um feito inédito. Tristeza de uma seleção que jogou bonito, que encantou o mundo, mas que, desta vez, não estará na final. Espanha ou Holanda, Holanda ou Espanha. O grupo dos campeões mundiais terá um novo integrante no domingo.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Sofrido, brigado, dramático
Esqueça aquela história que a Espanha se amedronta e não vence decisões. Neste sábado, a Fúria foi abaixo das expectativas, mas cumpriu seu papel de maneira emocionante, no sufoco. Com um gol de Villa aos 38min do segundo tempo, o time ibérico derrotou o Paraguai por 1 a 0 em Johanesburgo e se classificou para a semifinal da Copa do Mundo pela primeira vez em 60 anos.
Lances polêmicos, pênaltis desperdiçados para ambos os lados e muito nervosismo. Foi assim, que as duas equipes protagonizaram o último duelo das quartas de final. Mas apesar do espírito de luta dos paraguaios, a Espanha conseguiu impor o favoritismo com dificuldades.
Lances polêmicos, pênaltis desperdiçados para ambos os lados e muito nervosismo. Foi assim, que as duas equipes protagonizaram o último duelo das quartas de final. Mas apesar do espírito de luta dos paraguaios, a Espanha conseguiu impor o favoritismo com dificuldades.
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